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domingo, 25 de maio de 2014

Kreator - Phantom Antichrist


País: Alemanha
Ano: 2012
Integrantes: Mille Petrozza (Vocal e Guitarra), Sami Yli-Sirniö (Guitarra), Christian Giesler (Baixo), Jürgen Reil (Bateria)
Gênero: Thrash Metal

Aê caralho, ultimamente tenho ouvido muito os trabalhos mais recentes de bandas como essa porque atualmente o Thrash vem ganhando uma força, bandas antigas botando pra foder com álbuns matadores, esbanjando técnica, algum cara dessas bandas clássicas, acho que foi o Chuck Billy do Testament, outro dia disse em uma entrevista que este é o melhor momento para o Thrash, na hora li aquilo, achei idiota e não dei muita ateção porque pensei né "Esse cara ta doidão, ninguém jamais vai superar o Thrash dos anos 80." pois bem, baixei esse álbum e tomei um choque de realidade!

Como a maioria das bandas de Thrash, o Kreator passou por formações diferentes, fez merda nos anos 90 mas em 2001 se reergueu com um novo guitarrista (Sami Yli-Sirniö) e sangue nos olhos, prontos para chutar bundas e devastar o mundo, e estão dando continuidade a essa grande fase, agora com seu décimo terceiro álbum que prova todo o amor e dedicação da banda pelo que fazem, vão vendo.

O disco é bem técnico, diferente do Kreator encapetado que a gente ouvia dos anos 80 mas isso não quer dizer nada, o bicho continua pegando, só que agora com solos mais melódicos e músicas mais bem trabalhadas, influência total de Iron Maiden e Judas Priest, o que há de melhor no Heavy tradicional seus putos! Tem cada solo de guitarra fodido, tipo esse que to ouvindo agora da United In Hate ou da Victory Will Come que te faz viajar legal no bagulho, tiveram até uns cabaços que reclamaram e compararam com Metalcore mas isso é papo de viado, o Kreator continua detonando, esse foi o melhor álbum que já ouvi deles até agora.

Geralmente não curto introduções instrumentais, essa porra irrita, sempre acabo pulando pra próxima música mas a Mars Mantra é do caralho, faz um bem ouvir, as mais transudas são Phantom Antichrist, Death To The World, From Flood Into Fire, Your Heaven My Hell e a linda Until Our Paths Cross Again que fecha o álbum com aquele ar de satisfação, Divirtam-se!

1 – Mars Mantra
2 – Phantom Antichrist
3 – Death To The World
4 – From Flood Into Fire
5 – Civilization Collapse
6 – United In Hate
7 – The Few, The Proud, The Broken
8 – Your Heaven, My Hell
9 – Victory Will Come
10 – Until Our Paths Cross Again


sábado, 24 de maio de 2014

Destruction - Spiritual Genocide


País: Alemanha
Ano: 2012
Integrantes: Marcel Schmier (Vocal e baixo), Mike Sifringer (Guitarra), Vaaver (bateria)
Gênero: Thrash Metal

Puta que pariu to de volta nesse esgoto de merda, porra sumi por uns meses, aconteceu várias parada, larguei o crack e a caninha da roça, tomei tino, arrumei emprego e tudo o mais, meus pais tinham me achado dormindo debaixo da ponte e por algum motivo resolvi voltar pra casa e ser um bom rapaz, mas essa semana enjoei dessa porra e resolvi voltar pra patifaria.

Porra ta aqui uma das coisas mais bonitas do mundo, se tu não for feliz com essas canções some daqui e vai tomar no cu tranquilo mas como eu sei que aqui não tem otário, quem chega nesse blog é porque tem alguma vergonha na cara então vamu lá, prepara o baseado e chama a rapazeada que é hora da ruindade.

O Destruction é uma das bandas mais fodidas de sempre e mais ainda nessa fase atual, porra esses caras detonam tudo, não basta só fazer barulho (ou basta né rs), eles tocam o terrôr com uma técnica fodida, quem já foi no show deles sabe, eu fui ano passado e a porrada comeu solta, não tinha música sem mosh, foi o dia mais feliz, assim é esse disco, bateria corrida, guitarra ensurdecedora e ódio e insanidade nos vocais e baixo do Schmier.
Escolher música aqui é desnecessário dá play nesse caralho que vai ouvir até o fim sem nem perceber, aqui tem tudo o que há de bom no Thrash e mais um pouco, os temas sobre manipulação mental, política, violência, os refrões insanos que grudam na sua mente e te fazem gritá-los a qualquer momento do dia, baixa essa porra e divirta-se com os cracudos num mosh mortal pirando com Cyanide, No Signs Of Repentance, To Dust You Will Decay, Carnivore e todo o resto dessa maravilha, Paz!

01. Exordium
02. Cyanide
03. Spiritual Genocide
04. Renegades
05. City Of Doom
06. No Signs Of Repentance
07. To Dust You Will Decay
08. Legacy Of The Past
09. Carnivore
10. Riot Squad


quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Slayer - Show No Mercy

País: EUA
Ano:1983
Integrantes: Tom Araya (Baixo e Vocal), Jeff Hanneman (Guitarra), Kerry King (Guitarra), Dave lombardo (Bateria)
Gênero: Thrash Metal

E aí seus porcos imundos, porra tava ali agora coçando o saco aí resolvi jogar GTA ao som de alguma coisa bonita, vi o Show No Mercy e bateu aquela onda forte heueheuehu, quem não ouviu esse aqui ainda, vai passar a ouvir, capirotagem máxima, só felicidade!

Slayer não é uma banda que eu estou afim de ouvir todo dia sabe? Mas po quando eu to afim, desce redondo, faz um bem, ainda mais esse disco que eu já não ouvia faz um tempo , po dá mó vontade de comer alguma putinha suja, tacar garrafa de cachaça na cara dos trouxa na rua, fumar uma pedra, bater um papo com os camaradas moradores de rua (Eles sim são espertos), dar um role num centro de macumba, enfim, não dá pra ficar parado, maior curtição meu chapa.

A rapazeada nessa época estava atiçada, cheia dos capeta nas ideia, já se vê pela capa com um capetão de respeito empunhando uma espada ao lado do símbolo da banda, com toda a raiva e influência do Venom e das demais bandas de N.W.O.B.H.M estava nascendo o Thrash Metal, o capeta devia estar orgulhoso de assistir toda essa patifaria, todo mundo doidão fazendo um som maluco e comendo muitas vadias.

O álbum foi financiado pelo Tom Araya, com o dinheiro que conseguia como terapeuta respiratório (Sim, ele era, que louco heueheu) e pelo pai do Kerry King heuehueh, valeu a pena, os meninos eram bem esforçados, a faixa inicial "Evil Has No Boundaries" tem participação do baterista do Dark Angel Gene Hoglan que queria participar do álbum a qualquer custo, claro né, quem não queria? Porra até a minha vó!

Então é isso, talvez esse seja o álbum mais bonito do Slayer, se você não baixar é porque é uma bicha reprimida!

01. Evil Has No Boundaries
02. The Antichrist
03. Die By The Sword
04. Fight Till Death
05. Metal Storm/Face The Slayer
06. Black Magic
07. Tormentor
08. The Final Command
09. Crionics
10. Show No Mercy

DOWNLOAD DA PODRÊRA



domingo, 22 de dezembro de 2013

Megadeth - Killing Is My Business... and Business Is Good!

País: EUA
Ano: 1985
Gênero: Thrash Metal
Integrantes: Dave Mustaine (Vocal e Guitarra), Chris Polland (Guitarra), David Ellefson (Baixo), Gar Samuelson (Bateria)

Aê putada agora uma que não pode faltar, pra ser do capeta tem que ouvir Megadeth, do contrário não rola, não tem sentido, ainda mais se for esse petardo que é o Killing Is My Business... o álbum mais encapetado, graças ao incontrolável desejo do Dave Mustaine de matar os caras do Metallica e ser melhor, mais pesado, mais rápido e mais doidão que eles, tem de tudo Crack, álcool, Satan, Sexo, putas sujas e tudo o mais, enfim Megadeth tem contexto na favela, sem mais!

Last Rites começa num clima de piano e desponta logo pra Loved to Death arrebentando tudo com seu tema estilo Misfits e disseminando toda a fúria e o caos que o Dave Mustaine possuía dentro de si com seu vocal raivoso parecendo um doido varrido que vai te tocar um terrôr antes de te matar cruelmente mas a esmagadora faixa título vem pra te enlouquecer com seu refrão grudento e cheio de ódio, The Skull Beneath The Skin e Rattlehead são do tipo pra se quebrar uma garrafa de vodka na cabeça e partir pro Mosh mas a minha preferida é Chosen Ones , tem também a Mechanix que ficou bem mais rápida que a versão do Metallica (The Four Horsemen).

O fato mais engraçado foi o esquema da produção que apesar de vagabunda foi desse jeito que conquistou milhões de cracudos débil-mentais mundo afora, a gravadora da banda que na época era a Combat Records mandou 8.000 para gravação e produção do álbum que não foi o suficiente, eles mandaram mais 4 conto e a banda gastou tudo em droga, álcool, putaria etc, acabaram tendo que demitir o produtor, fazendo assim a produção do álbum, sozinhos, na raça, por conta própria!

Ta afim de fazer uma merda, brigar na rua, dar um role na zona, fumar um bagulho ou assaltar um banco? Porque essa é a trilha-sonora perfeita, baixa logo esse caralho e é isso aí!

1. Last Rites / Loved to Death
2. Killing is My Business... And Business is Good!
3. Skull Beneath the Skin
4. Rattlehead
5. Chosen Ones
6. Looking Down the Cross
7. Mechanix




Pantera - Vulgar Display Of Power

País: EUA
Ano:1992
Gênero: Thrash Metal/ Groove Metal
Integrantes: Phil Anselmo (Vocal), Dimebag Darrel (Guitarra), Rex Brown (Baixo), Vinnie Paul (Bateria)

Porra! Filhos da Puta! Hoje trago definitivamente um soco nessas suas caras de merda, como já mostra a foto, se você é um ser humano digno da vivência segura a ondaí caralho, pra curtir essa pancadaria sem morrer, porque não tem descanso.

Esse é o Pantera, o parágrafo acima dá uma leve impressão da sensação que é curtir essa banda, Pantera é lei se você não conhece então que Deus te abençoe, agora se já ouviu e fez algum comentário negativo é a confirmação de que você é um viadão, porque é impossível não endoidecer ouvindo esse som, totalmente Satanás no coração, putaria extrema!

O disco já abre com Mouth For War arrebentando tua cara, tu levanta fodido e consegue se manter de pé em New Level e talvez Walk, agora se conseguir se manter em pé com Fucking Hostile é sinal de que já ta pegando a malandragem da favela e assim vai o disco todo, Hollow ainda engana como uma semi balada até a metade da música mas depois volta a porradaria e te arrebentar a cara de vez.

Discaço para se ouvir durante ou após um almoço de domingo como este ou pegar umas pedras, subir na laje e sair tacando na cabeça de todos os trouxas que passarem pela sua rua, Pantera detona, fez parte da adolescência de todo mundo e foram um dos maiores dementes devastadores de vaginas dos anos 90, eles são nossos pais, máximo respeito!

1 - Mouth For War
2 - A New Level
3 - Walk
4 - Fucking Hostile
5 - This Love
6 - Rise
7 - No Good (Attack The Radical)
8 - Live In A Hole
9 - Regular People (Conceit)
 10 - By Demons Be Driven
11 - Hollow

sábado, 16 de novembro de 2013

Metallica - Master Of Puppets


Ano: 1986
País: E.U.A
Gênero: Thrash Metal
Integrantes: James Hetfield (Vocal e Guitarra), Kirk Hammet (Guitarra), Cliff Burton (Baixo), Lars Ulrich (bateria)

Salve! Salve! Putas do meus país agora é hora de homenagear um clássico, o melhor disco de Thrash dos  anos 80, sim é o Master of Puppets, só não aceita isso quem dá o cu, foda-se o resto, qualquer outra banda pode ter sido melhor que eles depois mas até aquele momento o Master era imbatível, se você não gosta some daqui e vai dar esse teu cu, sua bicha de merda!

O disco abre já com duas porradas na tua cara pra te prender, Battery e Master Of Puppets, ô vício do tinhoso, porra esse disco é bom pra caralho do início ao fim, sem essa viadagem de destaques, todas as músicas são pesadas e fodidas, tu pode pegar esse disco e ouvir tanto quando for dormir ou transar com putas, ouvir no carro quando estiver indo pro Centro de Macumba, tomar pinga até morrer etc.

O Metallica era foda nessa época, sempre estavam um passo afrente das outras bandas, fosse pela técnica dos músicos, pela criatividade das letras, músicas ou qualidade da produção dos discos, salve Cliff Burton, talvez o melhor e mais criativo baixista do Thrash, enquanto em outras bandas você não consegue ouvir porra nenhuma aqui o som é bem limpo e você ouve com perfeição o trabalho dele.

O Master viu a luz do dia no ano mais representativo e produtivo pro Thrash, nesse ano saíram muito outros discos considerados clássicos do gênero de bandas como Megadeth, Slayer, Destruction, Kreator e muitos outros cracudos doidões comedores de puta supremos que postarei aqui em breve, enfim marcou uma grande época, onde eles estavam na onda total do Misfits, James e cliff não saiam na rua sem uma camisa dessa banda, é por isso talvez que os álbuns do Metallica da década de 80 são tão fodidos, influência conta muito e naquela época eles viviam de bandas da New Wave Of British Heavy Metal como Diamond Head, Satan e Angel Witch e Punk como o Misfits.

Como nem tudo é perfeito foi nesse ano também, durante a turnê de divulgação do álbum que em 27 de Setembro, no ônibus os integrantes da banda disputaram a beliche de cima em  um jogo de cartas como já era de costume porque não se sentiam confortáveis dormindo nos cubículos do ônibus, Cliff ganhou e enquanto dormia o ônibus derrapou no gelo acumulado na pista e capotou na grama de uma região rural da Suécia, Cliff foi jogado para fora do ônibus e esmagado por ele quando capotou.

Então seu arrombado de merda, baixa esta porra e vai fazer alguma coisa útil nessa vida, Metallica é obrigatório e vai ser foder!

01 Battery
02 Master of Puppets
03 The Thing That Should Not Be
04 Welcome Home (Sanitarium)
05 Disposable Heroes
06 Leper Messiah
07 Orion
08 Damage, Inc.

DOWNLOAD DA PODRÊRA